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Em 2020 o Brasil completa 8460 dias, ou 24 anos sem transparência eleitoral.
Conclusões de renomados especialistas em voto eletrônico

Conclusões de renomados especialistas em voto eletrônico

Jeroen Van de Graaf
Jeroen Van de GraafMestre em matemática (Holanda), doutor em informatica (Canadá). Acompanha o sistema eleitoral no Brasil desde 2002, é autor do livro O MITO DA URNA, especialista em criptografia e sistemas e protocolos de votação. Professor de Ciências da Computação da UFMG e Coordenador do INSCRYPT, o Laboratory for Information Security, Cryptography, Privacy, and Transparency.
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"Para terem credibilidade, as eleições devem ser totalmente transparentes. O problema é que, no Brasil, para acreditar no resultado das eleições é preciso ter fé cega nas autoridades eleitorais. Nenhuma confirmação independente do resultado da eleição é possível, pois não é possível recontar os votos. E esta é a forma como o sistema foi construído: é uma caixa preta, cujo funcionamento interno é conhecido apenas por um pequeno grupo de técnicos do TSE." Do Livro O MITO DA URNA baixar aqui.
Diego Aranha
Diego AranhaDoutor em Segurança e Criptografia Computacional, sua equipe participou de vários testes públicos do TSE e sucessivamente identificou vulnerabilidades primárias nas urnas, obtendo êxito em todos os ataques.
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“A urna brasileira não satisfaz os requisitos nem de segurança, nem de transparência. As eleições sempre estarão vulneráveis a um eventual ataque interno do TSE, que tem acesso privilegiado ao sistema eleitoral. Nossa democracia está sob controle absoluto de 70 pessoas no TSE. Também não há país no mundo que tenha migrado para a votação eletrônica que não use o registro físico do voto como mecanismo de transparência. O registro físico é inegociável. É um instrumento básico de transparência.” Professor Diego Aranha em entrevista à IstoÉ e Unicamp revela falhas de segurança nas urnas.
Felipe Gimenez
Felipe GimenezAdvogado, procurador MS. Especialista em direito eleitoral, tornou-se conhecido pelos debates no Congresso defendendo a transparência eleitoral e contagem pública dos votos.
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"Sem contagem pública e direito à recontagem física de votos, não há sufrágio universal, pois o cidadão não participa da fiscalização da apuração e o candidato é impedido de auditar o resultado. Sufrágio não é só o voto mas todo o processo de eleição. O serviço eleitoral não prova a destinação correta do voto e o escrutinio eletrônico é inauditável." Ver detalhamento aqui.
Amilcar Brunazo
Amilcar BrunazoEngenheiro, membro do CMIND, especialista em segurança de dados e voto eletrônico. Participou da única auditoria eleitoral independente no Brasil. Desde 1998 desenvolve ativamente os debates em torno da insegurança nas eleições, inclusive assessorando congressistas acerca do tema.
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“Antigamente, havia a vantagem de detectar e de extinguir as formas de fraudes. Eram fraudes de varejo e visíveis, que podiam ser denunciadas e revertidas. Depois que o TSE extinguiu o registro material do voto, as fraudes não deixaram de existir, apenas deixaram de ser combatidas. Tornaram-se ainda mais insidiosas, porque passaram a ser possíveis por atacado e invisíveis. Sem apuração conferível pela sociedade civil, só o Brasil. ” Amilcar Brunazzo durante palestra na Comissão de Ciência e Tec. do Senado, e na Câmara, ver vídeo.
Mario Gazziro
Mario GazziroProfessor, Mestre em Ciência da Computação pela UFSCar e Doutor em Física Computacional pela USP, organizador do Fórum Nacional de Segurança em Urnas Eletrônicas. Desenvolveu na UFABC, urna eletrônica sofisticada de 3a geração.
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“Todas as urnas eletrônicas brasileiras são protegidas por um mesmo código criptográfico. Se um fraudador acessa o sigilo de uma urna, terá em mãos o código que abre o acesso ao sistema de todas as urnas do país. Qualquer pessoa que tenha acesso físico a uma urna brasileira pode adulterá-la. Por isso, os especialistas têm alertado que não basta manter a urna desconectada da internet para impedir um ataque e recomendam o Voto Impresso, como medida de segurança, auditabilidade e transparência.” Professor Mario Gazziro em palestra sobre as urnas eletrônicas
Walter Del Picchia (In memoriam)
Walter Del Picchia (In memoriam) Professor-titular da Escola Politécnica da USP e mais seis signatários professores titulares dos Deptos de Ciências da Computação Unicamp, USP, UNB, UFF, Laboratório de Informática Leprince-Ringuet da École Polytechnique, França.
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“A urna brasileira é uma verdadeira caixa-preta a desafiar nossa fé, este sistema é inauditável, inconfiável e suscetível de fraudes informatizadas de difícil detecção. Para o eleitor, a urna é 100% insegura, pois pode ser programada para "eleger" desde vereadores até o próprio presidente. Sistema sem fiscalização e sem conferência física, é sistema inseguro. Basta de obscurantismo no sistema eleitoral." Trecho de um Manifesto assinado por vários Cientistas da Computação, lido à íntegra na CCJ da Câmara dos Deputados.
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Sobre o Transparência Eleitoral

Nosso espaço visa expressar opiniões e estudos científicos de especialistas em voto eletrônico, além da visão de personalidades do mundo jurídico, de jornalistas e de parlamentares, engajados em recuperar a transparência eleitoral brasileira.

Todos entendem que a segurança do voto foi perdida há mais de 20 anos, desde que a cidadania foi afastada da conferência do voto e fiscalização das apurações, para ser substituída por mãos estranhas que controlam os bytes – protegidas pela invisibilidade.

Por isso, em tempos de ataques à LIBERDADE DE EXPRESSÃO sob o pretexto nebuloso de caça às Fake News – quando fatos são distorcidos ou a opinião pública criminalizada -, é preciso destacar nosso compromisso exclusivo com a verdade, através de fatos e fontes idôneas aferíveis. E um fato incontestável é: “eleições são o único evento do planeta, onde não pode haver dúvidas e insegurança, somente certezas e confiança”.

Infelizmente, com o eleitor refém de urnas eletronicas de 1ª geração obscuras, que infringem o Princípio Constitucional da Publicidade e impedem auditorias independentes, não é o que vemos no Brasil há muito tempo. Não por acaso, a desconfiança é generalizada, como mostram pesquisas sólidas e inquestionáveis:  92% dos brasileiros não confiam nas urnas eletrônicas e a maioria não confia nas  apurações dos votos.

Como o nosso foco é a transparência e segurança eleitoral, a missão é ver o País realinhar seu processo de votação com as democracias do mundo, que conferem o controle aos legítimos protagonistas (eleitores/partidos) e total confiança sobre o SUFRÁGIO UNIVERSAL – princípio democrático famoso, mas que também tem importantes etapas suprimidas aos brasileiros. 

Saiba mais em Quem Somos.

A transparência eleitoral é suprapartidária

Ciro Gomes (PDT) em 2002,já apontava os benefícios do voto impresso e denunciava insegurança das urnas. ​

Bolsonaro (PSL) e Rodrigo Maia (DEM) em 2015, comemoraram a derrubada do veto presidencial ao Voto Impresso.

Sen. Capeberibe (PSB) em 2018 ao defender o Voto Impresso, denuncia conspiração contra a Democracia.

O sistema eleitoral do Brasil, por especialistas de tecnologia e do poder judiciário

Auditorias e Testes Públicos reprovados

Justiça, Constituição, Democracia

Pesquisas de confiança - TSE hackeado - Votação no mundo - Livros, documentários.

Vídeos impactantes

Breve tour na insegurança eleitoral brasileira, com depoimentos de especialistas, denúncias de vulnerabilidades e potenciais fraudes. Veja também vídeos e documentários.