Quem somos

Somos um movimento de cidadãos comuns, engajados na missão de conquistar a tão sonhada Transparência Eleitoral no Brasil. Os colaboradores dessa missão, compõem-se de representantes do Direito (advogados, procuradores, promotores e juízes); das Ciências computacionais, Jornalismo, Educação, à outras variadas atuações profissionais. Todos motivados para um único objetivo: concretizar a garantia para que esta e futuras gerações brasileiras, não continuem reféns da obscuridade do sistema, que possam votar com segurança, confiança e a certeza de que o voto não foi desviado por fraudadores, uma vez que hoje, nas máquinas exclusivamente virtuais de votação,  fraudadores podem transitar invisíveis e impunemente, sem restar qualquer rastro.

brasil é o único país do mundo que tem apurações secretas

Dr. Modesto Carvalhosa - Jurista

Advogado, professor aposentado de Direito da USP. Autor de diversos livros, além de conhecido nacionalmente por sua forte atuação na pauta anticorrupção e transparência eleitoral.

Amilcar Brunazo - Engenheiro

Especialista em segurança de dados e votação eletrônica, atua na área há mais de 20 anos e é reconhecido como uma das maiores autoridades no assunto, tendo prestado inúmeras assessorias ao Congresso, perícias técnicas, entre outros. É membro do CMIND e participou da única auditoria eleitoral independente já realizada no Brasil.

Dr. Augusto Zimmermann - Jurista

Detentor de renome mundial no Direito, reside na Austrália, onde leciona em universidades e foi eleito um dos doze mais importantes juristas do país. Vem sempre ao Brasil palestrar e é membro do Instituto Federalista.

Dr. Hugo César Hoechl - Professor, Empresário

PHD em Inteligência aplicada e pós-doutor em Governo Eletrônico. Foi promotor, procurador federal e é autoridade na aplicação da Lei de Benford, estudo matemático de uso mundial, capaz de identificar inconsistências eleitorais.

Felipe Gimenez - Procurador MS

Dr. Felipe Gimenez - Procurador

Advogado e Procurador do Estado de Mato Grosso do Sul, é conhecido nacionalmente por sua destacada defesa ao direito do escrutínio eleitoral público, participando de amplos debates no Congresso, na imprensa e em eventos relacionados ao assunto.

Thomas Korontai - Empresário

Fundador do Movimento e do Instituto Federalista. É autor do ensaio de uma nova constituição brasileira (1994). Coord. Nacional da Coalizão Convergências. Escritor, palestrante e articulista. Tem reconhecida atuação por sua defesa à transparência eleitoral.

Ivomar Schuler - Administrador

Especialista em gestão e desenvolvimento regional, autodidata em filosofia, palestrante, articulista e Vice-Presidente do Instituto Federalista.

Dra. Rose Kalluf - Jornalista, advogada

Jornalista filiada à Fenaj e Federação Internacional de Jornalismo. Também é advogada, com pós-graduação em Ciências Políticas. No PR atuou como jornalista da Assembleia Legislativa por 15 anos, além de presidir o Sindicato dos Advogados do estado.

Dr. Maurício dos S. Pereira - Advogado

Diretor da UNAB - União dos Advogados do Brasil e do Instituto Inovação Social. Prof. de Direito do Consumidor, com várias pós-graduações, além de certificações em Direito Ambiental e Gestão Pública.

E somos também a extensão de intrépidos combatentes, que ainda nos anos 90,
começavam alertar novas gerações sobre o retrocesso eleitoral no Brasil.

Agradecimento em nome de milhões

Agradecimentos especiais ao Prof. Pedro Rezende, por seus inúmeros estudos, entrevistas, artigos publicados e presença incansável levando luz ao Congresso – hoje aposentado. Dra. Maria Cortiz, a voz lúcida e inabalável denunciando fraudes, programas suspeitos e inseguranças pelo Brasil afora – hoje residindo em Portugal. Dr. Diego Aranha, legado genuíno de seu professor Pedro Rezende – hoje morando na Dinamarca. Amilcar Brunazo, um gigante na conquista e soma de forças, continuamente ativo por todos nós. Agradecemos a todos os valorosos de longa jornada, que com eles somaram voz ao árduo desafio pela alforria do voto (in)seguro. Seria impossível nominar todos aqui.

Por último e não menos importante, agradecemos também aos parlamentares que atuaram e ainda atuam aguerridamente para retomar a transparência perdida. Aos 424 deputados federais e senadores que garantiram a Lei do Voto Impresso em 2015 e tiveram suas prerrogativas e nossa representatividade, invadidas, desrespeitadas – pela terceira vez desde 2002.
Que busquem um meio de materializar a última palavra! Afinal, quem, senão poderes eleitos, representam a legítima expressão da soberania popular? Até quando, um mero serviço eleitoral jamais eleito – e que deveria tão somente servir -, suplantará a vontade de milhões?

Pela Transparência Eleitoral

Somos muitos, somos milhões de cidadãos, de todas as cores, classes e regiões do Brasil.

Mais sobre o Transparência Eleitoral

Este espaço visa expressar opiniões e estudos científicos de especialistas em voto eletrônico, além da visão de personalidades do mundo jurídico, de jornalistas e de parlamentares, engajados em recuperar a transparência eleitoral brasileira. Todos entendem que a segurança do voto foi perdida há mais de 20 anos, desde que a cidadania foi afastada da conferência do voto e fiscalização das apurações, para ser substituída por mãos estranhas que controlam os bytes – protegidas pela invisibilidade.

Por isso, em tempos de ataques à LIBERDADE DE EXPRESSÃO sob o pretexto nebuloso de caça às Fake News – quando fatos são distorcidos ou a opinião pública criminalizada -, é preciso destacar nosso compromisso exclusivo com a verdade, através de fatos e fontes idôneas aferíveis. E um fato incontestável é: “eleições são o único evento do planeta, onde não pode haver dúvidas e insegurança, somente certezas e confiança”.
Infelizmente, com o eleitor refém de urnas eletronicas de 1ª geração obscuras, que infringem o Princípio Constitucional da Publicidade e impedem auditorias independentes, não é o que vemos no Brasil há muito tempo. Não por acaso, a desconfiança é generalizada, como mostram pesquisas sólidas e inquestionáveis:  92% dos brasileiros não confiam nas urnas eletrônicas e a maioria não confia nas  apurações dos votos.

Como o nosso foco é a transparência e segurança eleitoral, a missão é ver o País realinhar seu processo de votação com as democracias do mundo, que conferem o controle aos legítimos protagonistas (eleitores/partidos) e total confiança sobre o SUFRÁGIO UNIVERSAL – princípio democrático famoso, mas que também é imperfeito no Brasil. Entenda porque aqui.  

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